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sábado, 30 de julho de 2016

O Evangelho Segundo o Espiritismo 30-07-2016


O sacrifício mais agradável a Deus
Se, portanto, quando fordes depor vossa oferenda no altar, vos lembrardes de que o vosso irmão tem qualquer coisa contra vós, — deixai a vossa dádiva junto ao altar e ide, antes, reconciliar-vos com o vosso irmão; depois, então, voltai a oferecê-la. — (S. MATEUS, cap. V, vv. 23 e 24.)
Quando diz: “Ide reconciliar-vos com o vosso irmão, antes de depordes a vossa oferenda no altar”, Jesus ensina que o sacrifício mais agradável ao Senhor é o que o homem faça do seu próprio ressentimento; que, antes de se apresentar para ser por ele perdoado, precisa o homem haver perdoado e reparado o agravo que tenha feito a algum de seus irmãos. Só então a sua oferenda será bem aceita, porque virá de um coração expungido de todo e qualquer pensamento mau. Ele materializou o preceito, porque os judeus ofereciam sacrifícios materiais; cumpria--lhe conformar suas palavras aos usos ainda em voga. O cristão não oferece dons materiais, pois que espiritualizou o sacrifício. Com isso, porém, o preceito ainda mais força ganha. Ele oferece sua alma a Deus e essa alma tem de ser purificada. Entrando no templo do Senhor, deve ele deixar fora todo sentimento de ódio e de animosidade, todo mau pensamento contra seu irmão. Só então os anjos levarão sua prece aos pés do Eterno. Eis aí o que ensina Jesus por estas palavras: “Deixai a vossa oferenda junto do altar e ide primeiro reconciliar-vos com o vosso irmão, se quiserdes ser agradável ao Senhor.”

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. X, itens 7 e 8.)

quarta-feira, 27 de julho de 2016

O Evangelho Segundo o Espiritismo 27-07-2016

 O Evangelho Segundo o Espiritismo

Fora da Igreja não há salvação. Fora da verdade não há salvação
Enquanto a máxima — Fora da caridade não há salvação — assenta num princípio universal e abre a todos os filhos de Deus acesso à suprema felicidade, o dogma — Fora da Igreja, não há salvação — se estriba, não na fé fundamental em Deus e na imortalidade da alma, fé comum a todas as religiões, porém numa fé especial, em dogmas particulares; é exclusivo e absoluto. Longe de unir os filhos de Deus, separa-os; em vez de incitá-los ao amor de seus irmãos, alimenta e sanciona a irritação entre sectários dos diferentes cultos que reciprocamente se consideram malditos na eternidade, embora sejam parentes e amigos esses sectários. Desprezando a grande lei de igualdade perante o túmulo, ele os afasta uns dos outros, até no campo do repouso. A máxima — Fora da caridade não há salvação consagra o princípio da igualdade perante Deus e da liberdade de consciência. Tendo-a por norma, todos os homens são irmãos e, qualquer que seja a maneira por que adorem o Criador, eles se estendem as mãos e oram uns pelos outros. Com o dogma — Fora da Igreja não há salvação, anatematizam-se e se perseguem reciprocamente, vivem como inimigos; o pai não pede pelo filho, nem o filho pelo pai, nem o amigo pelo amigo, desde que mutuamente se consideram condenados sem remissão. É, pois, um dogma essencialmente contrário aos ensinamentos do Cristo e à lei evangélica.
Fora da verdade não há salvação equivaleria ao Fora da Igreja não há salvação e seria igualmente exclusivo, porquanto nenhuma seita existe que não pretenda ter o privilégio da verdade. Que homem se pode vangloriar de a possuir integral, quando o âmbito dos conhecimentos incessantemente se alarga e todos os dias se retificam as idéias? A verdade absoluta é patrimônio unicamente de Espíritos da categoria mais elevada e a Humanidade terrena não poderia pretender possuí-la, porque não lhe é dado saber tudo. Ela somente pode aspirara uma verdade relativa e proporcionada ao seu adiantamento. Se Deus houvera feito da posse da verdade absoluta condição expressa da felicidade futura, teria proferido uma sentença de proscrição geral, ao passo que a caridade, mesmo na sua mais ampla acepção, podem todos praticá-la. O Espiritismo, de acordo com o Evangelho, admitindo a salvação para todos, independente de qualquer crença, contanto que a lei de Deus seja observada, não diz: Fora do Espiritismo não há salvação; e, como não pretende ensinar ainda toda a verdade, também não diz: Fora da verdade não há salvação, pois que esta máxima separaria em lugar de unir e perpetuaria os antagonismos.

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XV, itens 8 e 9.)

segunda-feira, 25 de julho de 2016

O Consolador. Acompanhe!!!

O Consolador 
Revista Semanal de Divulgação Espírita 
Ano 10 - N° 475 - 24 de Julho de 2016
EDIÇÃO DA SEMANA
Seções 
 Carta ao leitor   Libros Espíritas en Español
 Um bate-papo com Douglas Salvador Boaretto
 Editorial   Libros Espíritas en Español
 
Os ensinos espíritas habilitam-nos ao progresso
 Entrevista: Douglas Salvador Boaretto    Libros Espíritas en Español
 Orson Peter Carrara
 Estudo das Obras de Allan Kardec   Libros Espíritas en Español
 Obras Póstumas (Parte 21)
 Espiritismo para crianças   Libros Espíritas en Español
 
Auxílio mútuo (Célia Xavier de Camargo)
 Clássicos do Espiritismo O Além e a Sobrevivência do Ser - Léon Denis (Parte 3)
 Estudando as obras de André Luiz 
 Sinal Verde (Parte 3)
 Estudando as obras de Manoel Philomeno de Miranda
 T
ormentos da Obsessão (Parte 41)
 Elucidações de Emmanuel
 Forças contrárias
 Correio mediúnico
 Dúvidas 
(Irmão X)
 Joias da poesia contemporânea No correio evangélico (Auta de Souza)
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